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Home Calendário e Datas Judaicas A mensagem das velas de Chanucá
chanukiá

Por oito dias consecutivos acendemos as chamas da chanukiá, acrescentando uma nova luz a cada noite.

Cada dia tem um propósito, assim como cada uma das luzes da chanukiá tem uma lição distinta.

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As luzes de Chanucá refletem um milagre que aconteceu com a menorá no Templo Sagrado de Jerusalém; são a continuidade dessas luzes do passado e uma promessa para o futuro. Elas cintilam com a promessa de que D’us não estará ausente de seu Lar e que as chamas do Templo serão acesas novamente, em um Terceiro e Eterno Templo em um Mundo redimido, feliz e unido.

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Com a história de Chanucá, aprendemos sobre a importância de nunca permitir que a indiferença ou as opiniões da maioria nos influenciem. Muitos judeus sucumbiram ao helenismo. Apenas os chashmoneus se recusaram a aceitar isso, e, através deste gesto aparentemente fútil e rebelde, acenderam as centelhas latentes da Divindade, inspirando assim outros judeus.

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Acendemos as luzes de Chanucá somente quando escurece em nosso território geográfico. Devemos dedicar nossa atenção às sombras que existem em nossas próprias vidas e na comunidade local.

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Cada chama na chanukiá deve ter apenas um pavio, não mais. Quando estamos engajados cumprindo uma mitsvá ou realizando outra tarefa sagrada, devemos permanecer focados no momento e na tarefa que temos em mãos. Outros momentos e afazeres virão, mas a verdadeira realização só é alcançada quando estamos inteiramente focados no instante em que vivemos.

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O shamash é a vela que utilizamos para acender todas as outras velas de Chanucá. Embora o acendimento desta vela não seja uma mitsvá — um mandamento Divino —, é algo importante, porque o shamash é o instrumento que permite que todas as outras velas cumpram a sua mitsvá. Assim como o shamash, o caminho para a elevação não consiste em empurrar os outros para baixo, mas em compartilhar e exaltar a chama que há em cada um.

VER  Decifrando as Grandes Festas

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Acendemos as luzes de Chanucá perto de portas ou janelas — as saídas de nossas casas. Iluminar nossas próprias vidas não basta; é preciso compartilhar o que sabemos para ser benevolente com os outros. O egoísmo espiritual é o pior de todos.

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A cada noite de Chanucá, acendemos mais uma vela. Isso nos ensina que devemos evitar a auto- satisfação no que diz respeito aos temas espirituais. Se nos foi dado um outro dia, é para realizarmos algo positivo que ainda não alcançamos.

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O milagre de Chanucá foi realizado com azeite — o líquido que penetra tudo que toca e, por mais que você o agite, não se mistura. Da mesma forma, devemos buscar um efeito positivo em todas as nossas interações e não sermos afetados negativamente pelo ambiente ao nosso redor.

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Até mesmo uma chama pequena pode significar uma mudança radical em um quarto completamente escuro, pois um pouco de luz é capaz de afastar muita escuridão. Qualquer esforço que fizermos para iluminar uma situação sombria vai longe. Não devemos permitir que a aparente pequenez de nossa contribuição nos impeça de fazê- la e apreciá-la.

Fonte: Artigo da Revista Celebração do Beit Chabad Morumbi

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