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O Rabino David Weitman, 48, é um dos maiores nomes do judaísmo Ortodoxo em S. Paulo, que abriga a maior comunidade judaica do Brasil, com cerca de 60 mil pessoas, segundo dados recentes da Federação Israelita do Estado de S. Paulo (Fisesp).

“O judaísmo deve ser bem apresentado, pois quando é bem apresentado, é bem recebido. Precisa ser ensinado e transmitido de forma agradável e bem explicado. Deve ser feito como sugestão e não como imposição”, ensina Weitman, que ostenta uma respeitosa e longa barba.

“Qualquer judeu Ortodoxo recebe a todos de braços abertos. Mas não abre mão dos princípios milenares judaico”, conta.

A multiplicidade de atividades torna bastante requisitado conseguir pois encontrar esse líder espiritual belga. Ele chegou ao Brasil 23 anos atrás e fez com que MENORAH tivesse alguma dificuldade em encontrá-lo.

Weitman é hoje então rabino da imponente sinagoga Beit Yaacov [Casa de Jacó], fundador da entidade beneficente Ten Yad [Dê a Mão].

O rabino fala no entanto com tristeza de uma questão que atinge grande parte do ishuv brasileiro e os judeus como um todo: a secularização – que ruma na direção oposta ao judaísmo ortodoxo.

“A culpa é a falta de conhecimento do judaísmo”, acredita. “Os judeus estão acomodados, não conhecem o patrimônio histórico judaico”, completa.

Homem e mulher: papéis diferentes no judaísmo ortodoxo

Falando sobre a juventude judaica, o rabino David Weitman não mede palavras:

“Apenas duas coisas atraem o jovem: a verdade e os ideais. O jovem se ilude muito, por isso busca muito”, assinala. “Para o judeu a única verdade que serve é o judaísmo. E a linguagem jovem para atrair o jovem é simplesmente o judaísmo como ele é”, garante.

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Weitman afirma pois que o homem e a mulher têm tarefas distintas.

“São diferentes, mas não ‘iniguais”, explica. “Cada um deles tem a sua missão na Terra. É como o coração e o cérebro, não se pode dizer qual dos dois é mais importante, mas ambos tem funções específicas”, compara.

E alfineta enfim: “Nada é mais degradante para a mulher do que ter que imitar o homem para ser considerada importante, colocar kipá, talit rosa e ler a Torá”, dispara.

No entanto, reconhece que, pela Lei Judaica, não é proibido. “Mas é um costume milenar que não pode ser mudado”, acredita.

(Publicado na Revista Menorah em Dezembro 2002)

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