Na Torá, a proibição de praticar feitiçaria, atos de adivinhação, quiromancia, necromancia e assim por diante, é repetida várias vezes. Portanto, mediunidade no judaísmo não é aceitável; ao contrário, é abominação.

Pela Torá fica explícito de que é proibido praticar ou frequentar todo e qualquer ato de feitiçaria, falar ou invocar os mortos, e coisas do gênero.

Estas práticas eram principalmente babilônicas, caldeias e canaanitas.

A Torá termina este assunto com um verso famoso, “Tamim tihye im Hashem Elokecha” que significa, “íntegro você estará com o Eterno teu D’us”.

No judaísmo, não devemos procurar saber do futuro mas sim ficarmos contentes em poder dominar o nosso presente. Sabemos que o futuro depende do presente, de nossas ações atuais.

Mediunidade no judaísmo se compara com os sacrifícios humanos

Tentar saber o que nos acontecerá implica numa falta de confiança em D’us. É querer “dobrar” a Providência Divina. Isto é o que o feiticeiro faz.

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